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	<description>Líderes para ótimos resultados</description>
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		<title>QUANTO TEMPO?</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 12:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AGLO Talent</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Assisti, recentemente, uma reportagem sobre o tema &#8220;carreira executiva&#8221;. O debate, entre os que foram convidados para a discussão, girava em torno da pergunta: &#8220;qual o tempo ideal para permanecer em uma mesma empresa?&#8221; Nenhum participante sugeriu uma resposta definitiva, segura e clara. Contudo, ficou &#8220;no ar&#8221; uma &#8220;idéia&#8221; aceita por todos, mas afirmada por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assisti, recentemente, uma reportagem sobre o tema &#8220;carreira executiva&#8221;. O debate, entre os que foram convidados para a discussão, girava em torno da pergunta: &#8220;qual o tempo ideal para permanecer em uma mesma empresa?&#8221;</p>
<p>Nenhum participante sugeriu uma resposta definitiva, segura e clara. Contudo, ficou &#8220;no ar&#8221; uma &#8220;idéia&#8221; aceita por todos, mas afirmada por ninguém: a de que não devemos permanecer por muito tempo em uma mesma empresa e, após um certo &#8220;prazo&#8221;, todos deveriam procurar por &#8220;novos desafios&#8221;, sem que nenhum participante desta reportagem apontasse os critérios para definir que prazo seria esse e onde estariam estes novos desafios.</p>
<p>Para mim, esta foi uma entrevista ruim, com uma pauta mal formulada e que não ofereceu resposta alguma, apesar dos sorrisos satisfeitos dos seus participantes.</p>
<p>Afinal, quanto tempo você deve &#8220;ficar&#8221; ?</p>
<p>Vivemos em uma sociedade que nos oferece recompensas emocionais para certas conquistas materiais. No tribunal da vida social somos julgados pelo &#8220;valor&#8221; destas conquistas e ou somos &#8220;vencedores&#8221; &#8211; e admirados por nossos vizinhos &#8211; ou somos &#8220;perdedores&#8221; &#8211; e julgados como incapazes. Assim, sofremos essa pressão que nos &#8220;empurra&#8221; incessantemente na busca pela ascenção a posições profissionais mais &#8220;desafiadoras&#8221;, que se apresentem como &#8220;oportunidades de carreira&#8221;, antes mesmo de completarmos um ciclo coerente, consistente e consciente de aprendizado e, com isso, de obtenção de bons resultados. Qual a conseqüência disso?</p>
<p>Currículos mal-formados, carreiras &#8220;remendadas&#8221; (como prefiro dizer), com uma &#8220;colcha de retalhos&#8221;, posições incoerentes entre si. Diante de um currículo desses, minha reação é uma só: lixo. É uma pena&#8230; tempos desperdiçados.</p>
<div style="display: block; float: left; margin: 6px 6px 6px 6px;"></div>
<p>Não acredito que uma única resposta, sugerindo um prazo determinado, possa resolver esta questão. Empregos e projetos podem oferecer perspectivas tão diferentes quando comparados com outros que, em alguns casos, em três anos você &#8220;fecha&#8221; um ciclo &#8211; compreendido entre aprendizados, execuções e resultados. Em outros casos, estes ciclos podem &#8220;durar&#8221; cinco anos. Noutros, ainda, podem &#8220;levar&#8221; sete anos. A resposta, portanto, não está em &#8220;quantos anos&#8221; mas, sim, na equação &#8220;aprendizado + execução = resultados&#8221;. Talvez, então, a pergunta deva ser formulada de outra maneira, dividida em duas: 1) na sua atividade profissional, que resultados (cujos significados são importantes para a sua empresa) você pretende obter ?; 2) após obtê-los, quais são as suas pretensões ou expectativas?</p>
<p>A reformulação da pergunta apresenta uma perspectiva diferente, certamente mais consciente, pois traz a objetividade como fundamento da resposta &#8211; uma forma segura de &#8220;medir&#8221; e &#8220;avaliar&#8221;, com uma melhor margem de segurança, se é hora, ou não, de &#8220;mudar de emprego&#8221;.</p>
<p>Sou a favor disso, claro &#8211; mudanças ascendentes, verticais ou horizontais, de emprego, com expansão das responsabilidades funcionais, desde que amparadas pela avaliação objetiva, precisa e racional.
<div style="display: block; float: right; margin: 4px 4px 4px 4px;"></div>
<p>O que não concordo &#8211; e espero que você também não &#8211; é com essa &#8220;cultura corporativa esquizôfrenica&#8221;, estampada nas capas de revistas de negócios e pautas de reportagens de qualidade discutível, em que se valoriza esta &#8220;coleção de oportunidades de carreira&#8221; de forma inconseqüente, apoiada na opinião de &#8220;especialistas&#8221; que, muitas vezes, nem mesmo sabem do que falam.</p>
<p>Não cometa esse erro.</p>
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		<title>OS PRIMEIROS 90 DIAS</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 13:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AGLO Talent</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Você foi contratado e hoje é o seu primeiro dia. Naturalmente você está ansioso. Afinal, tudo ao seu redor é novo: seus colegas, o escritório onde você vai trabalhar, seu gerente (você é o gerente? muito bem, tudo é &#8220;mais&#8221; novo para você). A ordem das suas tarefas. Em certos casos, as suas tarefas. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você foi contratado e hoje é o seu primeiro dia. Naturalmente você está ansioso. Afinal, tudo ao seu redor é novo: seus colegas, o escritório onde você vai trabalhar, seu gerente (você é o gerente? muito bem, tudo é &#8220;mais&#8221; novo para você). A ordem das suas tarefas. Em certos casos, as suas tarefas. A partir deste primeiro dia, e já neste primeiro dia, acredite, você começa a ser avaliado. A sua empresa vai tentar responder a pergunta: &#8220;contratamos a pessoa certa?&#8221;. Então, o que fazer nestes seus primeiros 90 dias?</p>
<p>Michael Watkins, autor do livro &#8220;Os primeiros 90 dias&#8221; (Editora Bookman) afirma: &#8220;O presidente (do seu país) tem 100 dias para mostrar para o que veio. Você terá 90 dias, no seu novo cargo, para fazer o mesmo.&#8221; A frase dispensa explicações e, posso afirmar, nem sempre você terá esses 90 dias. Ás vezes será menos&#8230;</p>
<p>Vou apresentar duas recomendações do que você pode (e deve) fazer nestes primeiros 90 dias: 1) conquiste pequenas vitórias, e; 2) peça feedback, regularmente.</p>
<div style="display: block; float: left; margin: 4px 4px 4px 4px;"></div>
<p>Conquistar pequenas vitórias tem um amplo significado (muitas coisas podem ser entendidas como &#8220;vitórias&#8221;) e, lógico, depende muito da natureza das suas funções. O fato é que você deve &#8220;localizar&#8221;, depois de um rápido &#8220;reconhecimento do terreno&#8221;, aquilo que pode representar uma pequena, mas objetiva e visível, &#8220;vitória&#8221;. Pode ser uma melhoria de um processo que desencadeia outros, pode ser uma conta nova de um cliente novo, uma habilidade aprendida ou, ainda, a resolução de algum entrave que esteja impedindo um resultado desejado. Você precisa desta pequena primeira vitória e, entre tantas razões, por uma que eu considero importante, chamada &#8220;expectativa&#8221;.</p>
<p>Elas, as expectativas, existem dos dois lados: você tem as suas e sua empresa, pode acreditar, as tem em um grau muito maior. As suas dizem respeito ao ambiente de trabalho (&#8220;é bom trabalhar aqui?&#8221;), a sua carreira (&#8220;o que estou aprendendo?&#8221;) e ao seu salário (&#8220;o que estou ganhando é justo e compatível com o que faço e com o que o mercado paga?&#8221;), basicamente. Já as expectativas da sua empresa são formadas a partir de uma única &#8211; e definitiva &#8211; pergunta: &#8220;contratamos a pessoa certa&#8221;?. Mas o que pesa aqui (e o que justifica a diferença de grau) é que nem sempre os critérios de avaliação (aqueles que você será submetido) são claros, objetivos e bem dimensionados em relação ao tempo ou prazo que você tem para demonstrar que é a pessoa certa.</p>
<p>Minha recomendação, fazendo coro com o autor do livro &#8220;Os primeiros 90 dias&#8221;, então, é: conquiste pequenas vitórias nestes primeiros 90 dias. Pequenas vitórias que possam ser medidas e avaliadas. É por intermédio destas pequenas vitórias que você começa a responder a pergunta que a sua empresa faz, sobre você: &#8220;contratamos a pessoa certa?&#8221;</p>
<p>A segunda recomendação, posso afirmar, é absolutamente decisiva. Feedback é o melhor recurso de avaliação de desempenho, para ambos os lados (para você e para a sua empresa). É através do feedback que você consegue responder a pergunta &#8220;eu estou indo bem ?&#8221;.</p>
<div style="display: block; float: right; margin: 6px 6px 6px 6px;"></div>
<p>A dificuldade, nestes primeiros 90 dias, é que provavelmente você vai receber pouco (ou até mesmo nenhum, nos casos mais crônicos) feedback e quando o receber, a sua &#8220;mensagem&#8221;não está clara e assertiva (clique aqui, para ler os resultados de uma pesquisa que realizei sobre o feedback). Resta, portanto, &#8220;pedir&#8221; feedback. (escrevi um post sobre com este tema, que você pode ler clicando aqui).</p>
<p>Talvez você precise de um pouco de coragem para isso porquê os relacionamentos pessoais ainda não foram &#8220;construídos&#8221; e você não se &#8220;sente à vontade&#8221; com todos. Ouvir um julgamento, nestes casos, pode ser uma experiência marcante. Mas é absolutamente necessária. Você precisa saber se está indo bem. E a única maneira de obter uma resposta é&#8230; perguntando.</p>
<p>Sei, lógico, que existem diversas obrigações, responsabilidades, deveres e resultados que você assume a partir do primeiro dia que variam de cargo a cargo, função a função e de empresa. Contudo, acredito que estes dois conselhos &#8211; conquistar pequenas primeiras vitórias e pedir feedback &#8211; irão ajudá-lo a passar pela barreira dos primeiros 90 dias.</p>
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		<title>ENGENHARIA DE PRODUÇÃO</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 12:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AGLO Talent</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Publiquei um tweet, dias atrás, com a seguinte proposta Vou responder sua pergunta sobre: currículo, carreira ou empregabilidade. Escreva para roni@chittoni.com.br. E, dentre as perguntas que recebi, selecionei esta: &#8220;Vi sua proposta no Twitter e resolvi aceitá-la. Sou graduado no curso de Nutrição mas percebi que não era aquilo que eu queria. Gosto de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publiquei um tweet, dias atrás, com a seguinte proposta<br />
<span style="color: #333399;">Vou responder sua pergunta sobre: currículo, carreira ou empregabilidade. Escreva para roni@chittoni.com.br.</span></p>
<p style="text-align: left;">E, dentre as perguntas que recebi, selecionei esta:</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;">&#8220;Vi sua proposta no Twitter e resolvi aceitá-la. Sou graduado no curso de Nutrição mas percebi que não era aquilo que eu queria. Gosto de um ambiente mais dinâmico e mais desafiador. Tenho 25 anos e resolvi prestar vestibular para Engenharia de Produção. Sempre gostei do ambiente corporativo (estágios em grandes empresas, trainees, etc.), de metas a cumprir, prazos, por isso optei pela área exata (por também gostar de números, mercado financeiro- sou concursado da CEF) e por saber das várias vagas para engenheiros nessas empresas. Penso em fazer futuramente um mestrado nessa área (Eng. Prod) ou MBA e aprimorar meu inglês num curso no exterior. Resumindo, ser mão-de-obra altamente especializada. Bem, este é um brevíssimo histórico meu, informando minhas preferências.</span></p>
<p><span style="color: #808080;">A minha pergunta é: como tenho 25 anos, vou começar um curso relativamente &#8220;novo&#8221; no Brasil, já com uma formação acadêmica, gostaria de saber as se são grandes as oportunidades que o engenheiro (não precisa ser necessariamente de produção) tem nesse ambiente que eu tanto almejo. Com toda especialização que estou me propondo a fazer, almejo também uma ótima remuneração e em decorrência disso, uma das maiores dúvidas é sobre o setor público e o privado, a velha questão da estabilidade X rentabilidade.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;">Espero não ter perguntando muito sobre este assunto, mas não tenho ninguém que me responda estas questões quase que existenciais dentro da vida profissional que quero levar. Desde já agradeço pela atenção e prestatividade.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;">Obrigado,</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;">(assinatura)</span></p>
<p style="text-align: left;">Minha resposta:</p>
<p style="text-align: left;">Acredito que sua escolha, aparentemente, é muito sensata. Alguns ramos da engenharia, especialmente aqueles que lidam com aspectos estruturais de um segmento ou atividade econômica (como é a engenharia de produção), tem apresentado índices de crescimento positivos a ponto da demanda superar a oferta (em muitos casos, os alunos são contratados ainda dentro das suas faculdades). Além disso (da escolha pela formação acadêmica) sua &#8220;declaração de empenho&#8221; é significativa e, certamente, será um grande diferencial: a especialização.</p>
<p>Para um profissional formado, este ramo da engenharia oferece a perspectiva de lidar com aspectos multifuncionais importantes como recursos humanos, recursos financeiros e recursos materiais. Portanto, a sua especialização deve incluir uma formação complementar que &#8220;ajuste&#8221; o &#8220;nível de profundidade&#8221; do seu conhecimento em cada um destes recursos. De acordo com o GUIA DO ESTUDANTE, um Engenheiro de Produção pode atuar com:</p>
<ul>
<li><strong>Economia empresarial: </strong>Gerenciar a vida financeira de uma empresa, definir a aplicação de recursos, lidar com custos, prazos, juros e previsão de vendas.</li>
<li><strong>Engenharia do trabalho:</strong> Administrar a mão-de-obra, para a produção de bens ou a prestação de serviços. Avaliar custos, prazos e instalações para possibilitar a execução do trabalho.</li>
<li><strong>Desenvolvimento organizacional:</strong> Analisar e definir a estrutura da empresa, de acordo com o mercado.</li>
<li><strong>Planejamento e controle: </strong>Implantar e administrar processos de produção, da seleção de matérias-primas à saída do produto. Estabelecer padrões de qualidade e fiscalizar seu cumprimento. Gerenciar operações logísticas, como armazenagem e distribuição.</li>
</ul>
<p>Continuando, a fluência (falada e escrita) em mais de um idioma é um pré-requisito &#8211; talvez você possa pensar em um curso de gestão de projetos (PMI) no exterior, aliando a sua formação acadêmica com o aprendizado do idioma.</p>
<div style="display: block; float: left; margin: 4px 4px 4px 4px;"></div>
<p>As oportunidades profissionais são muitas e não se restringem ao mercado de trabalho nacional. Pode-se cogitar uma carreira internacional, a partir de uma empresa nacional (construtoras, indústrias petroquímicas, etc). E você, dentre outras características aparentes (não vamos esquecer que a sua formação em Nutrição <strong>É</strong> um &#8220;ativo&#8221; importante), sugeridas pelo que você escreve, tem uma condição pessoal relevante: a sua idade (25 anos). A duração média de um curso de engenharia de produção é cinco anos. Ou seja, você terá 30 anos quando concluir sua graduação. Provavelmente vai competir, no mercado de trabalho, com profissionais com a mesma titulação que a sua (graduação superior) e com uma trajetória curricular semelhante (cursos complementares) mas com um perfil de idade, talvez, mais &#8220;baixo&#8221;. Isso é relevante. Diante disso, considero coerente para a sua estratégia recomendar o seguinte:</p>
<ul>
<li>Inicie seus estudos para adquirir fluência no idioma inglês imediatamente. E tão logo possível, procure estudar um segundo idioma, alinhado com seus interesses pessoais e profissionais. Não é tão difícil quanto possa parecer;</li>
<li>Empenhe-se ao máximo em obter um conceito &#8220;A&#8221;, em todas as cadeiras. Uma grade de conceitos revela muitas informações úteis para uma empresa interessada em contratar &#8220;na fonte&#8221;, dentro das faculdades;</li>
<li>Escolha uma instituição de competência reconhecida. Seja muito criterioso nesta escolha. Consulte todas as fontes a disposição, principalmente as oficiais, do governo (Ministério da Educação);</li>
<li>Comece, desde o início, a investir no que será seu &#8220;ativo&#8221; mais importante: seu &#8220;capital social&#8221;. Tanto quanto possível, participe de seminários, congressos, workshops e outros eventos que oportunizem relacionamentos sociais e profissionais;</li>
</ul>
<div style="display: block; float: right; margin: 4px 4px 4px 4px;"></div>
<p>A partir de um certo &#8220;ponto&#8221; (talvez já no quarto semestre) prepare o seu currículo e apresente-o aos principais processos de contratação de trainne, em empresas do seu interesse e faça isso regularmente. Conquistar uma experiência profissional ainda na faculdade pode ser relevante.<br />
Por fim, a comparação entre uma carreira no setor público ou no setor privado ganha contornos especiais, individuais. Ou seja, quais são os seus interesses, a longo prazo? Considero que ambas oferecem, ao profissional, perspectivas excelentes que se desdobram de formas distintas. Um indicador, que serve apenas como um &#8220;sinal&#8221;, é o salário médio pago a um gerente de produção, no setor privado, com cinco anos de carreira: pode chegar a R$ 10.000,00. No setor público, talvez você não encontre essa progressão salarial neste espaço de tempo, mas a contra-partida &#8211; estabilidade &#8211; é um valor importante, que deve ser pensado a longo prazo.</p>
<p style="text-align: left;">Desejo-lhe sucesso !</p>
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		<title>SEIS PASSOS</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 01:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AGLO Talent</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Stanley Milgram foi um homem curioso, que dedicou parte da sua vida ao estudo do comportamento das pessoas (era psicólogo formado em Harvard, em 1960). Ele realizou um experimento para provar uma tese conhecida desde o início do século XX: que o mundo estava se tornando cada vez mais &#8220;apertado&#8221;, ou seja, que as pessoas faziam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Stanley Milgram foi um homem curioso, que dedicou parte da sua vida ao estudo do comportamento das pessoas (era psicólogo formado em Harvard, em 1960). Ele realizou um experimento para provar uma tese conhecida desde o início do século XX: que o mundo estava se tornando cada vez mais &#8220;apertado&#8221;, ou seja, que as pessoas faziam parte de uma imensa &#8220;rede social&#8221;, distanciadas por poucos &#8220;nós&#8221;.</p>
<p>Seu projeto, publicado com o título &#8220;O Experimento do Mundo Pequeno&#8221;, foi simples e criativo: ele enviou cartas para algumas dezenas de moradores de duas cidades nos EUA, selecionados aleatoriamente, pedindo-lhes que o ajudassem a enviá-las para uma pessoa escolhida por ele, em outra cidade. As regras, bem explicadas em um texto que acompanhava estas cartas, determinavam que os participantes não poderiam enviá-las diretamente a pessoa &#8220;alvo&#8221;; só era permitido encaminhar a uma outra pessoa conhecida que, por sua vez, deveria fazer o mesmo até &#8220;fechar a corrente&#8221;, entregando a carta ao destinatário escolhido por Milgram.</p>
<p>Nem todos que foram selecionados, participaram. Mas as cartas daqueles que aceitaram o desafio chegaram até o destinatário após passarem por, na média, seis pessoas. Apesar de Milgram <span style="text-decoration: underline;">nunca</span> ter usado o termo, sua experiência ficou conhecida como &#8220;Os seis degraus de separação&#8221;, uma teoria que diz que estamos separados de qualquer outro indivíduo no mundo por, na média, seis pessoas.
<div style="display: block; float: right; margin: 4px 4px 4px 4px;"></div>
<p>Depois dele, outros pesquisadores realizaram outras experiências com resultados semelhantes e se você procurar no Wikipedia (pesquise pelos termos &#8220;Small world experiment&#8221; e &#8220;Six degrees of separation) vai encontrar mais sobre o tema.</p>
<p>Você deve estar perguntando onde quero chegar e vou responder a sua pergunta&#8230; com outra pergunta: quem você conhece?</p>
<p>Hoje se fala muito sobre &#8220;fazer networking&#8221;, cuidar dos relacionamentos, investir em capital social. São algumas frases que estão em alta. Mas, qual o sentido prático disso?</p>
<p>Sabe, tenho a sorte de conhecer alguns dos profissionais mais notáveis, mais capazes e que poderiam ser contratados por qualquer empresa que precise de pessoas que fazem as coisas acontecerem. Mas como é de se esperar, os &#8220;ciclos&#8221; se encerram (alguns estudos sérios sugerem que você irá trocar de emprego por, na média, cinco vezes ao longo da sua carreira) e alguns deles chegam a a ficar desempregados por três, seis meses ou até mais do que isso. Incompetentes?</p>
<p>Não, longe disso. Ocorre que como estamos, quase sempre, muito ocupados perseguindo nossas metas, executando, trabalhando até tarde ou mesmo nos finais de semana, acabamos nos relacionando e conversando com as mesmas pessoas, dentro de um pequeno círculo. E a nossa &#8220;agenda social&#8221; cresce pouco desta forma. E quando a sua cresce, sou capaz de apostar, é de nomes que trabalham no mesmo ramo, em empresas que concorrem no mesmo mercado e disputam os mesmos clientes.</p>
<p>Agora, pense comigo: você é um profissional &#8220;hands on&#8221;, que &#8220;traz o resultado&#8221;. Porém, sua empresa está em um mercado sensível e uma alteração cambial qualquer faz com que o cenário fique desfavorável para a sua empresa. E para todas as outras que concorrem com ela. Suponha que você perca seu emprego por causa disso. Você e mais outros tantos, iguais a você. Numa situação extrema como essa, adianta ter uma agenda de nomes de pessoas que trabalham no mesmo ramo? Obviamente, não. Mas dê uma olhada, agora, na sua agenda&#8230;</p>
<div style="display: block; float: left; margin: 4px 4px 4px 4px;"></div>
<p>Eu poderia continuar, criando diversas outras situações, mas o ponto em que quero chegar é o seguinte: <strong>quem você conhece?</strong> Quantas pessoas você conheceu nestes últimos seis meses que podem, de uma forma ou outra, ser o &#8220;ponto de partida&#8221; para um novo emprego? E quanto tempo você dedicou para o cultivo destes relacionamentos? E de que forma?</p>
<p>Seis degraus de separação &#8211; talvez, quem sabe, seu próximo emprego pode estar a apenas seis passos de distância.</p>
<p>Quem você conhece?</p>
<p><strong>Para ler mais: <a title="Pessoas conhecem pessoas" href="http://www.aglo.com.br/blog/?p=970" target="_self">Pessoas conhecem pessoas</a></strong></p>
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