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Esta é a minha melhor escolha?
Posted by Roni Chittoni in comportamento on 28/06/2010
Deus não é culpado. A culpa é de quem escolhe. Platão.
Trabalhar é um fardo pesado, alguém disse que enobrece o homem mas… prefiro ser humilde. Eu gostaria de viver em um desses tantos lugares paradisíacos, com uma casa em uma praia ou um campo de grama verdejante. Levante a mão quem nunca, mesmo secretamente, se entregou em devaneios semelhantes, de uma vida tranquila, seja ela modesta ou opulenta, e que nunca mais precisasse trabalhar…
Mas vamos colocar os pés no chão: precisamos trabalhar. É a “regra do jogo”. A deusa da Fortuna sorri apenas para os seus eleitos e eles são um a cada milhões. Para estes milhões, há apenas um caminho e nem sempre é o melhor ou o desejado. São milhões que trabalham por obrigação e não por vocação (seja lá o que isso significa). O resultado: de todos o mais grave é o “estado de espírito” abatido. O mais comum é simplesmente uma atitude resignada, numa aceitação passiva a um futuro “apagado”.
Muitos já decidiram em que profissão trabalhar. Contudo, a que você escolheu é a melhor?
Como elaborar seu currículo.
Posted by Roni Chittoni in carreira on 28/11/2009
Comentei, em outras ocasiões, sobre a atenção que você deve empregar na elaboração do seu currículo. Neste post, vou continuar neste tema, apresentando minhas sugestões para um currículo que recebi de um dos meus seguidores no Twitter (para me seguir, clique aqui).
Para acompanhar, primeiro acesse o currículo original, clicando aqui.
Posso apontar alguns “pontos a melhorar” neste currículo:
- Algumas descrições funcionais relatadas são irrelevantes ou redundantes: os critérios de julgamento de um currículo são muito variados. Cada empresa ou empregador, ao aplicar estes seus critérios, descarta ou avalia o seu currículo analisando a relevância das informações que são apresentadas (entre outras coisas, obviamente). Neste sentido, ao descrever uma atividade que tem um papel secundário ou irrelevante, no conjunto de tarefas desempenhadas em um cargo, você pode estar na margem da avaliação positiva do seu currículo, pois nem sempre você saberá quais são os critérios de julgamento a que será submetido. Acredito, portanto, que o melhor é ser assertivo e coerente na descrição das suas funções anteriores;
Quanto tempo você deve ficar?
Posted by Roni Chittoni in carreira on 27/10/2009
Assisti, recentemente, uma reportagem sobre o tema “carreira executiva”. O debate, entre os que foram convidados para a discussão, girava em torno da pergunta: “qual o tempo ideal para permanecer em uma mesma empresa?”
Nenhum participante sugeriu uma resposta definitiva, clara. Contudo, ficou “no ar” uma “idéia” aceita por todos, mas afirmada por ninguém: a de que não devemos permanecer por muito tempo em uma mesma empresa e, após um certo “prazo”, todos deveriam procurar por “novos desafios”, sem que nenhum participante desta reportagem apontasse os critérios para definir que prazo seria esse e onde estariam estes novos desafios.
Para mim, esta foi uma reportagem ruim, com uma pauta mal formulada e que não ofereceu resposta alguma, apesar dos sorrisos satisfeitos (e amarelos!) dos seus participantes.
Afinal, quanto tempo você deve “ficar” ?
Os primeiros 90 dias.
Posted by Roni Chittoni in carreira on 21/10/2009
Este é seu primeiro dia. Naturalmente, você está ansioso. Afinal, tudo é novo: seus colegas, o escritório onde você vai trabalhar, seu gerente (você é o gerente? muito bem, tudo é novo para você também). A ordem das suas tarefas. Em certos casos, até mesmo suas tarefas.
A partir deste primeiro dia, e já neste primeiro dia, acredite, você começa a ser avaliado (“contratamos a pessoa certa?”). Então, resta a pergunta: o que fazer nestes primeiros 90 dias?
Li em um livro (“Os primeiros 90 dias”, de Michael Watkins, Editora Bookman) esta frase: “O presidente (do seu país) tem 100 dias para mostrar para o que veio. Você terá 90 dias, no seu novo cargo, para fazer o mesmo.” A frase dispensa explicações e, posso afirmar, nem sempre você terá esses 90 dias. Ás vezes, um pouco cruel eu sei, será menos…
Consigo apresentar duas sugestões (recomendações) do que você pode (deve) fazer nestes primeiros 90 dias: 1) conquiste pequenas vitórias, e; 2) peça feedback, regularmente.
Como elaborar seu currículo.
Posted by Roni Chittoni in carreira on 16/10/2009
Já escrevi, em outro post (leia aqui) que seu currículo chega antes de você, na frente do entrevistador – é sua “primeira oportunidade de apresentação”. E que o Google pode ajudá-lo a encontrar um bom modelo (lay-out e formato descritivo).
Mas, vamos adiante. Separei um currículo, dos muitos que recebo diariamente, para demonstrar o que pode ser feito, efetivamente, para melhorar a sua “primeira oportunidade de apresentação”.
Para ver o currículo que será “transformado”, clique AQUI.
Observe que, neste exemplo, existem alguns “descuidos”:
- A diagramação está confusa. A opção de centralizar o texto, deixa a leitura “anti-natural” (nós, ocidentais, percorremos um texto da esquerda para a direita). Uma formatação diferenciada pode ser interessante quando você deseja destacar um texto expecífico (um título de uma seção, por exemplo).
- As experiências profissionais não estão evidentes. Neste exemplo de currículo, propositalmente escolhi o de um candidato com pouca experiência. Em casos como este, recomendo um currículo “funcional”, ou seja, um currículo que descreve as atividades desempenhadas e os resultados obtidos em uma função, diferentemente do currículo “cronológico”, que, via de regra, apresenta uma lista das empresas onde você trabalhou.
- Neste caso, você não precisa de três páginas. Não existe nenhuma regra específica sobre o número de páginas ideal de um currículo, mas posso recomendar objetividade. Evite excessos.
- O objetivo descrito não é coerente as experiências profissionais descritas. Como posso avaliar um candidato que deseja empregar-se em uma área comercial, se as experiências anteriores que estão descritas no currículo não me oferecem nenhum “ponto de apoio” para análise?
- As referências profissionais não estão valorizadas. Ponto fundamental, suas referências profissionais atestam quem você é. E podem multiplicar o valor do seu currículo.
