Parabéns, o emprego é seu.

Recentemente, apresentei a palestra intitulada “Parabéns, o emprego é seu.” em diversas capitais do país, a convite de universidades e entidades de classe. São orientações para quem está no início ou no momento de transição da sua carreira, entre um emprego e outro.

Você pode ver todos os slides desta palestra. O contéudo, mais rico em detalhes e comentários, está disponível somente para quem assisti-la, ao vivo.

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Como elaborar seu currículo.

Comentei, em outras ocasiões, sobre a atenção que você deve empregar na elaboração do seu currículo. Neste post, vou continuar neste tema, apresentando minhas sugestões para um currículo que recebi de um dos meus seguidores no Twitter (para me seguir, clique aqui).

Para acompanhar, primeiro acesse o currículo original, clicando aqui.

Posso apontar alguns “pontos a melhorar” neste currículo:

  • Algumas descrições funcionais relatadas são irrelevantes ou redundantes: os critérios de julgamento de um currículo são muito variados. Cada empresa ou empregador, ao aplicar estes seus critérios, descarta ou avalia o seu currículo analisando a relevância das informações que são apresentadas (entre outras coisas, obviamente). Neste sentido, ao descrever uma atividade que tem um papel secundário ou irrelevante, no conjunto de tarefas desempenhadas em um cargo, você pode estar na margem da avaliação positiva do seu currículo, pois nem sempre você saberá quais são os critérios de julgamento a que será submetido. Acredito, portanto, que o melhor é ser assertivo e coerente na descrição das suas funções anteriores;
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Sem exageros.

Seu desempenho na entrevista, você pensa, foi sensacional: com entusiasmo (muito!), você falou sobre as suas realizações, suas conquistas, que você “era o cara” e coisa e tal. Em resumo, você sai da sala, com aquela sensação de “este emprego é meu”.

Mas aquela ligação, dizendo que você foi aprovado, não vem. Então, você resolve ligar e acaba ouvindo que não será desta vez. Seu currículo é bom, seu nome não será excluído da agenda para outras oportunidades, mas…

O que aconteceu?

Aconteceu que você exagerou: na ânsia de causar uma excelente primeira impressão, a sua dose de “entusiasmo” foi além do razoável. E o entrevistador “viu” nestas suas atitudes, durante a entrevista, motivos suficientes para “julgar” que você não é adequado para o cargo.

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A Felicidade de Russell.

Bertrand Russell, matemático, filósofo, que viveu 98 anos, foi um pensador inquieto e produtivo. É dele, o seguinte pensamento:

O homem feliz é aquele que vive objetivamente, aquele que é livre em seus afetos e conta com amplos interesses, aquele que assegura para si a felicidade por meio desses interesses e afetos, os quais, por sua vez, o convertem em objeto do interesse e do afeto de muitos outros.

Uma frase simples que, ao menos pra mim, parece sugerir que existe, na opinião de Russell, a possibilidade de alguém ser feliz… trabalhando. Ora essa, como assim? Se o trabalho tira de nós o tempo em que poderíamos estar fazendo outras coisas inquestionavelmente mais prazerosas ( estar em companhia das pessoas que gostamos, por exemplo ) e que são fontes universais de felicidade, será que é possível ser feliz trabalhando? Esta é uma boa pergunta, tema para uma conversa interessante e penso que este tipo de pergunta está entre aquelas que os filósofos gostam de atirar sobre a humanidade quando as coisas “parecem” que estão bem…

Mas o que você acha (publique sua resposta no espaço dos comentários, logo abaixo)? Dá para combinar felicidade com trabalho? Ou, de forma mais direta, seu trabalho pode ser fonte de felicidade?

Da minha parte, encontro evidências: conheço um bom número de pessoas que são absolutamente felizes com o seu trabalho, em diferentes posições: secretarias, recepcionistas, diretores, gerentes… Indiscutivelmente, são pessoas felizes. Como?  Como alguém consegue “extrair” felicidade do seu trabalho, num tempo em que os empregos valorizam os “números” deixando de lado outros valores humanos mais sutis?

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Dinâmica de grupo – INTEGRAÇÃO

Dinâmica de grupo de sensibilização para QUALIDADE DE RELACIONAMENTO INTERPESSOAL ou INTEGRAÇÃO DE NOVO COLABORADOR (para seis participantes ou mais).

Material necessário: balões coloridos.

Esta dinâmica pode ser aplicada sempre que houver a constatação que algum integrante da equipe está se isolando dos demais ou quando um novo colaborador é integrado na equipe de trabalho (novas contratações), a qualquer tempo.

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