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Enquete – Sobre o talento de vender.

Na enquete que propus sobre “Talento de vender”  fiz a seguinte pergunta:

Você acha que o talento em vendas vem do berço ? Você acredita que o bom vendedor, aquele que vende até areia no deserto nasce com esse talento, com o dom para vender? 

As respostas ficaram assim distribuídas:

  • 13% discordaram totalmente da proposição (que talento em vendas vem do berço);
  • 40% discordam, mas aceitam que exista algum favorecimento “genético”;
  • 9% não saberiam ao certo;
  • 29% concordam, mas aceitam que existe possibilidade de capacitação por meio de treinamentos;
  • 9% concordam completamente.

Dá o que pensar…

De uma certa forma, podemos entender o seguinte, pelas respostas que recebi: metade acredita que o talento em vendas pode ser aprendido, desenvolvido e a outra metade ou não saberia afirmar com segurança (o que favorece a afirmação que talento em vendas vem de berço) ou acredita que para se ter sucesso em vendas, há que se possuir determinada “carga genética”.

E o que eu posso dizer sobre o assunto?

Bem, minha vivência em vendas me demonstra que: sim, talento em vendas pode ser desenvolvido e aprendido, com esforço e dedicação (um dos comentários que recebi diz o seguinte: “Talento em vendas pode ser aprendido”). Contudo, existe sim, um certo favorecimento promovido por determinados atributos de personalidade que, ao meu ver, podem ser característicos deste ou daquele  indivíduo. Mas é difícil afirmar, com segurança, que o sucesso em vendas depende da “carga genética”, assim como é difícil afirmar o contrário! Na verdade, desconheço qualquer estudo mais sério sobre o assunto.

E que atributos seriam esses? Ou melhor – o que define “talento em vendas”? Bom, isso já é tema para outro post, que publicarei em breve, mas antecipo que um ego fortalecido é um pré-requisito importante que “talento em vendas” pode ser definido, entre outras coisas, como a capacidade de “pedir a venda”.

Para concluir, gostei muito de um comentário, em especial, que diz o seguinte:

Somos negociadores desde cedo. Uns mais criativos, outros menos. Basta focar apenas o real objetivo da negociação. Coisa que poucos fazem…

Concordo absolutamente (pena que o autor não deixou seu nome): procure observar uma criança pequena e analise as suas artimanhas para conseguir o que ela deseja, um brinquedo novo, por exemplo.

Não é um excelente modelo de estratégia de uma negociação, muitas vezes, bem sucedida?

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